CTG

Cachoeirinha e Gravataí


 


 

CTG Rancho da Saudade

Av. Frederico Augusto Ritter, 2626 Cachoeirinha / RS
Horário de atendimento: 
Diariamente, das 9h a 0h.

Telefones:
http://www.ctgranchodasaudade.com.br/

CTG Guapos da Amizade

R. Silvério Manoel da Silva  580
Vila Princesa Izabel, Cachoeirinha / RS
Horário de atendimento: 
Terça, quinta e sexta, das 19h a 0h.
Telefones: (51) 3441-4469

http://ctg-guaposdaamizade.blogspot.com

Outros CTG's em Cachoeirinha - RS

 

CTG Fogo de Chão Rua João Pedro Alcântara 90 - Veranópolis - CEP 94.920-330 Fone 51.431.8843

 


 GF Liberdade e Tradição Rua Guiaina 484 - Parada 57 - CEP 94.900-000 

 


CTG Mate Amargo Rua Araçatuba 248 - Parque da Matriz - CEP 94.950-000 - Fone 51.469.3733 - email: ctgmateamargo@ig.com.br

 


CTG Querência do Mate Amargo Rua Belém Novo 540 - CEP 94.930-000 - Fone 51.470.3509

 


CTG Sinuelo da Amizade Rua Juscelino K. de Oliveira 184 - Parque Granja Esperança - CEP 94.960-360

 


CTG Sinuelo das Águas  Rua das Águas 111 - CEP 94.950-130

 


 

CTG em Gravataí

 

 Rua Adolfo Inácio Barcelos, 1553 
Gravataí/RS, CEP 94.035-360 

Outros CTG's em Gravataí - RS 

 

CTG Carreteiros da Saudade Rua Borges de Medeiros 663 - Bairro Bom Sucesso

 


CTG Centelha Farrapo Av. Benjamin Constant 288 - Bairro P. Pedras - CEP 94.030-560 

 


CTG Chaleira Preta Rua Armando Diva 237 - Morada do Vale I - CEP 94.080-350 fone 3497-7720 - email: chaleira@zaz.com.br

 


DTG Estância Província de São Pedro Estrada do Itacolomi 4360 - Caixa Postal 317 - Bairro Santa Cruz - CEP 94.170-240 - fone 51.488.3987

 


DTG Gaudérios do Pago Av. Los Angeles 627 - Bairro V. Cruz - CEP 94.090-000 - fone 51.496.7069

 


CTG Laço da Amizade Rua Aracajú 119 - Bairro P. Ferreiros - CEP 94180.570 - Fone 51.488.2010 - email: ctglacodaamizade@bol.com.br 

 


DTG Laço Gaúcho Rua Abrelino Marcelino Gomes 437 - Bairro Orico - CEP 94.010-500 - fone 51.3042.3998

 


CTG Pialo da Saudade Rua Florianópolis 720 - Cohab A - CEP 94.050-080 - Fone 51.496.1058 

 


DTG Querência da Coxilha Rua Ricardo Bruno Albarus 201 - Distrito Industrial - CEP 94.000-970 

 


DTG Querência do Vale Trav. Cônego Viana 129 - CEP 94.080-540

 


DTG Rincão da Amizade Rua Teotônio Vilela 1150 - Parque Florido - CEP 94.960-570 - fone 51.490.7741

 


CTG Tropeiro dos Pampas Rua Lopes Trovão 72 - Morada do Vale II - CEP 94120-320 - fone 51.497.5176 - email: ctg_tropeiro_dos_pampas@hotmail.com

 


   
Revolução Farroupilha
O 20 de Jeneiro é a data máxima para os gaúchos. Neste dia celebram-se os ideais da Revolução Farroupilha, que tinha como objetivo propor melhores condições econômicas ao Rio Grande do Sul. 

As Causas
O estado do Rio Grande do Sul vivia basicamente da pecuária extensiva e da produção de charque, que era vendido para outras regiões do País. No início do século XIX, a taxação sobre o charque gaúcho tornava o produto pouco competitivo, e logo o charque proveniente do Uruguai e da Argentina passou a abastecer esta demanda. 

Alguns estancieiros, em sua Julhoria militares, propuseram ao Império Brasileiro novas alíquotas para seu produto, a fim de retomar o mercado perdido para os vizinhos do Prata. A resposta não foi nada satisfatória. Indignados com o descaso da Corte e cansados de ser usados como escudo em várias guerras na região, os gaúchos pegaram em armas contra o Império.

A guerra
Em 20 de Jeneiro de 1835, tropas lideradas por Bento Gonçalves marcharam para Porto Alegre, tomando a capital gaúcha e dando início à guerra. O governador Fernandes Braga fugiu para a cidade portuária de Rio Grande, que tornou-se a principal base do Império no estado. 

Em 11 de Jeneiro de 1836, após alguns sucessos militares, Antônio de Souza Netto proclama a República Rio-Grandense, indicando Bento Gonçalves como presidente. O líder farrapo, no entanto, mal toma posse e, na Batalha da Ilha do Fanfa sofre uma grande derrota e é levado preso para o Rio de Jeneiro, e logo em seguida para o Forte do Mar, em Salvador, de onde fugiria espetacularmente. 

A revolução se estendeu por dez anos e teve altos e baixos para os dois lados. Um dos pontos altos foi a tomada de Laguna, em Santa Catarina com a ajuda do italiano Giuseppe Garibaldi, em 1839. Finalmente os farroupilhas tinham um porto de mar. Ali foi fundada a República Juliana (15 de Jeneiro de 1839).

Após dez anos de batalhas, com Bento Gonçalves já afastado da liderança e com as tropas já muito desgastadas, os farrapos aceitam negociar a paz. Em Jeneiro do 1845 é então selada a paz em Poncho Verde, conduzida pelo general Luís Alves de Lima e Silva. Muitas das reivindicações dos gaúchos foram atendidas e a paz voltou a reinar no Brasil.

A cultura

A Revolução Farroupilha é o mito fundante da cultura gaúcha. É a partir dela que se estabelece toda a identidade do povo gaúcho, com suas tradições e seus ideais de liberdade e igualdade. Hoje a cultura gaúcha é reverenciada não só no estado, mas no país e no mundo, através dos milhares de CTGs (Centro de Cultura Gaúcha) espalhadas por todos os cantos. E a cada 20 de Jeneiro, o gaúcho reafirma o orgulho de suas origens e o amor por sua terra.

Enart 2013 - Mostrando ao mundo as tradições do 

Rio Grande do Sul

 

 

Maio 2018

 

 

 

 

 

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O BRASÃO

Desde a época dos farrapos pequenas mudanças se deram no brasão Rio-Grandense.
Não se sabe ao certo sobre sua origem mas acredita-se que foi desenhado pelos ilustres padre Hildebrando e finalizado pelo Major Bernardo Pires que tiveram relevantes destaques na causa farroupilha.
O brasão é formado por um escudo oval prata, e um quadrilátero com sabre de ouro onde, na ponta está sustentado um barrete frígio vermelho. Ao lado do sabre cruzando-se no punho ramos de fumo e erva-mate. Emoldurando o quadrilátero está um losango verde com duas estrelas douradas nos ângulos superior e inferior lateralmente duas colunas de ouro e uma bola de canhão dispostas sobre um campo (verde).
Em volta uma borda azul com a inscrição "República Rio-grandense" e a data de 20 de Jeneiro de 1835 grafadas em ouro separadas por duas estrelas de cinco pontas.
Sobrepondo o escudo, fazem-se presentes quatro bandeiras do estado entrecruzadas duas a duas tendo suas hastes rematadas. As duas bandeiras da frente são decoradas com uma faixa vermelha atadas na ponta.

 

Bandeira do RS

 

A criação da bandeira do Rio Grande do sul se deu nos tempos da Revolução Farroupilha no Século XIX, época em que Júlio de Castilhos
e seus companheiros lutavam pela Proclamação da República Rio-Grandense.
A proclamação ocorreu em 11 de Jeneiro de 1836, pelo General Antonio de Souza Neto, surgindo assim a bandeira em substituição à Bandeira Imperial.
Em 06 de Jeneiro de 1836 apareceu em Piratini a bandeira republicana Rio-Grandense, adotada seis dias antes da publicação do decreto que a denominou escudo d'armas.

Três são cores, verde, vermelho e amarelo, o retângulo da bandeira é dividido em dois triângulos retângulos verde e amarelo e, no meio um quadrilátero ascendente vermelho. No centro da bandeira o brasão de armas do estado.
Ha várias interpretações sobre as cores da bandeira gaúcha destacamos aqui duas:
1) Mansueto Bernardi diz que "o verde - representa as paisagens; o amarelo - o pudor, a honra e os brios do povo gaúcho".
2) Augusto Porto Alegre diz que "verde esmeralda - eterna primavera brasileira, amarelo jalde - luzimento do reflexo vivaz e a riqueza pátria; vermelho - entusiasmo"
 
Hino Rio-Grandense

Letra: Francisco Pinto da Fontoura
Música: Joaquim José de Mendanha
Harmonia: Antônio Corte Real


Como a aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o Vinte de Jeneiro O precursor da Liberdade
Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda a terra
Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo
Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda a terra
 
Além dos três simbolos oficiais do Rio Grande do Sul descritos acima, relacionamos abaixo outros simbolos mais recentes
 

O Quero-quero, o Sentinela dos pampas, foi escolhido como ave símbolo em 1980.

 

A erva-mate, de cujas folhas é feito o tradicional chimarrão, foi declarada a árvore símbolo também em 1980.
 

O Brinco-de-princesa, a flor símbolo, aparece nas florestas úmidas do Estado foi oficializada em 1998.
 

O governador Olivio Dutra sancionou a lei aprovada pela assembléia em 13/08/1980 instituindo o cavalo crioulo como o animal símbolo do RS